Mulheres que fizeram intercâmbio sozinhas: depoimentos de quem teve essa experiência! - Egali Intercâmbio
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Mulheres que fizeram intercâmbio sozinhas: depoimentos de quem teve essa experiência!

Atualizado em 09 de março de 2020

Você já viu aqui no blog que acreditamos que o lugar da mulher é pelo mundo, não é mesmo? Pensando nisso e querendo fazer um mês especial das mulheres por aqui, resolvemos mostrar 5 depoimentos de alunas da Egali que fizeram intercâmbio sozinhas.

Se você tem dúvidas sobre como é viajar sozinha, leia esses depoimentos e se inspire!

 

Desireê Francisco

Porto Alegre | Intercâmbio de um mês para Cape Town

mulheres intercambistas - Desireê

A escolha pelo país se deu através de pesquisas e a ideia inicial era fazer trabalho voluntário, devido não ter inglês fluente optei por estudar, mas o destino manteve-se o mesmo.

Recebi indicação de uma amiga e fui até a Egali. Como já sabia o destino e o que queria fazer, sai da agência com o contrato fechado! A preparação começou desde então, todo os dias eu pesquisava vídeos, buscava informações na internet e fazia contato com pessoas que já haviam estado em Cape Town.

“Sinto muito orgulho de tudo que fiz, de tudo que aprendi, estar sozinha foi ótimo para meu crescimento pessoal, e se eu pudesse faria tudo novamente.”

 

Ser uma intercambista brasileira, fazendo sua PRIMEIRA VIAGEM INTERNACIONAL, sem ter DOMÍNIO NENHUM da língua inglesa foi, de início, assustador mas ao embarcar no aeroporto eu tive certeza que ali estava iniciando uma das fases mais legais da minha vida, e a confirmação disso tudo se deu quando retornei a minha cidade natal. Não tive maiores problemas, ocorreu tudo bem na imigração, fui muito bem recepcionada por todas as pessoas que conheci durante minha estadia e certamente irei voltar a Cape Town um dia.

Sinto muito orgulho de tudo que fiz, de tudo que aprendi, estar sozinha foi ótimo para meu crescimento pessoal, e se eu pudesse faria tudo novamente.

 

Laiza Melo Rodrigues

Florianópolis | Intercâmbio de 3 semanas em Malta

mulheres intercambistas - Laiza

Em uma palestra da faculdade o palestrante (que é meu amigo também) citou “eu tenho amigos que falam que querem fazer intercâmbio, mas eles sabem quanto isso custa? Já tentaram orçar com uma agência? Já separaram algum dinheiro para realizar esse sonho?”

Eu não sabia quanto custava, eu nem tinha dinheiro separado para isso e a vontade de fazer inglês e viajar começaram a aparecer, quase trinta anos, não tinha nem o inglês intermediário e nunca tinha saído do Brasil. Nesse momento, eu busquei uma escola de idiomas, para fazer um curso de 12 meses.

Em uma aula de conversação surgiu a Luana (Coordenadora de Escrito da Egali Florianópolis São José) com a proposta de intercâmbio para Malta. Os valores eram razoáveis e eu conseguiria pagar todo o intercambio sem prejudicar meu orçamento.

Cheguei em casa e informei meus pais: “vou pra Malta em dezembro”. Conversamos bastante e buscamos informações sobre a agência, o país e passagens e definitivamente EU IRIA PRA MALTA! Um país com clima agradável, custo de sobrevivência tranquilo e lugares lindos.

“Eu diria (e digo) para todo mundo VIAJA SOZINHA! É mergulhar em uma onda de autoconhecimento, sair da zona de conforto, saber lidar com situações inesperadas e perceber como somos fortes e merecedoras das nossas conquistas.”

 

A Egali me ajudou em todos os momentos, tanto através do site, quanto através da representante em Florianópolis. A Luana sempre esteve disponível, me respondia tudo que eu perguntava, me ajudou em diversos questionamentos como quanto dinheiro levar e como distribuir isso em cartão e moeda, se precisava levar outros documentos além do que estava na área do aluno. Quando cheguei em Malta ela entrou em contato comigo diversas vezes para saber se estava tudo bem (e estava tudo ótimo!).

Eu me senti segura durante todo o tempo, temos diversos cuidados no Brasil e mantive todos eles enquanto estava na Europa. Não senti nenhuma discriminação por ser mulher e estar viajando sozinha, inclusive muitos elogiavam essa atitude.

Voltei para casa sentindo muita saudade do que vivi nos 23 dias na Europa, foram momentos lindos, que levarei pra sempre na memória. Cada foto que eu vejo, eu sinto orgulho de ter conseguido ir até onde eu fui sozinha. Saí do Brasil insegura com meu inglês, voltei falando outra língua o tempo todo e rindo de vários memes estrangeiros.

Eu diria (e digo) para todo mundo VIAJA SOZINHA! É mergulhar em uma onda de autoconhecimento, sair da zona de conforto, saber lidar com situações inesperadas e perceber como somos fortes e merecedoras das nossas conquistas.

Eu sou uma Laiza totalmente diferente daquela que saiu dia 06 de dezembro de 2019 do Brasil para entrar numa aventura perfeita na Europa

 

Andressa Affonso Capachi

Petrópolis | Intercâmbio em Toronto

mulheres intercambistas - Andressa

 

Era meu sonho, desde bem novinha, fazer um intercâmbio, mas eu sabia que meus pais não teriam condições e que eu precisaria juntar o meu próprio dinheiro para realizar esse sonho. Assim que me vi em uma situação estável, não pensei duas vezes para começar a colocar esse sonho em prática.

Depois de muita pesquisa conheci a Egali e não precisou de muito para saber que seria minha agência. Logo na primeira conversa a Gabi, consultora de vendas do escritório de Petrópolis, me apresentou várias opções de destino e foi por indicação dela que eu me apaixonei pelo Canadá.

A escolha da cidade se deu muito por conta do meu estilo de vida. Eu gosto de cidade grande, de movimento, vida noturna, conhecer gente, então ela indicou Toronto como melhor lugar pra mim. Acertou em cheio, hoje eu já considero como minha segunda casa.

Com certeza o que me deu mais coragem foi a vontade de me superar. Saber que meus medos não poderiam me vencer e para conhecer a minha própria força. O contato com a equipe da Egali Petrópolis foi essencial na preparação, eu tive todo suporte que precisei e eles tiravam todas as minhas dúvidas, até as mais bobas, com toda paciência e me deixavam mais tranquila.

“Eu me sinto uma nova mulher depois dessa experiência. Mais poderosa, mais segura, mais confiante e mais corajosa. Libertei todas as minhas inseguranças e percebi que sou capaz de qualquer coisa que eu quiser enfrentar.”

 

O que mais me preocupava em estar sozinha em um país que eu mal falava a língua era justamente por ser mulher, pela convivência com homens desconhecidos em um ambiente tão íntimo. Infelizmente o desrespeito e a falta de espaço é uma realidade quando se é mulher, mas eu tive muita sorte de ter convivido com pessoas incríveis, entre homens e mulheres, e que respeitavam e tornavam a convivência ainda mais natural.

Acredito que quando uma pessoa se abre a viver o desconhecido, ela pula várias barreiras sociais e vai de mente aberta sabendo que todos ali estão pelo mesmo propósito, sempre muito dispostos a se ajudar. O Canadá tem uma política de igualdade e segurança muito rígida, eu conseguia ir a qualquer lugar, a qualquer hora me sentindo segura, e mesmo sabendo que se algo de errado acontecesse, eu teria todo suporte que precisasse.

Eu me sinto uma nova mulher depois dessa experiência. Mais poderosa, mais segura, mais confiante e mais corajosa. Libertei todas as minhas inseguranças e percebi que sou capaz de qualquer coisa que eu quiser enfrentar. Inclusive mal vejo a hora de me aventurar novamente assim.

Para as mulheres que tem medo de viajar sozinha: VOCÊ PODE! Nós não sabemos o tamanho da nossa força até testá-la. Somos fortes e capazes. A maior gratificação é o autoconhecimento e voltar com a sensação de dever cumprido, e melhor, com a sua melhor companhia: você.

 

Karina Cé de Souza

Itajaí | Intercâmbio na Cidade do Cabo

mulheres intercambistas - Karina

O sonho de realizar meu primeiro intercâmbio, foi uma soma de fatores: minha independência financeira, minha liberdade de ir e vir, meu interesse e curiosidade de conhecer e buscar lugares novos e principalmente a certeza de ir em segurança. A escolha do destino (Cidade do Cabo), foi após ler sobre a história de Nelson Mandela, sua cultura, o povo e toda geografia desse país, que me desperta muita curiosidade desde a minha infância.

Eu tenho certeza que a credibilidade da Egali me preparou para esta nova etapa de descobertas. Estar estudando inglês também traz mais a confiança e a segurança de que além de novos lugares, será divertido conversar e conhecer novos amigos.

Após o suporte e excelente atendimento pela equipe da Egali de Itajaí, tenho a confiança em me preparar para novas descobertas e a certeza que o mundo é incrível e precisa ser descoberto. O suporte é essencial para realizar uma viagem sozinha. Não acredito que faria isso, sem a orientação necessária.

Foi a melhor experiência possível, fui bem recebida. Tinha certeza que essa experiência enriquecedora seria positiva, e certamente será repetida!

“A preparação é muito importante e falar inglês ajudou muito, mas não tenham medo, quando há suporte, as experiências nos fazem mais fortes e grandiosas!”

É importante ressaltar que para viajar sozinha é preciso ter organização, planejamento, ler sobre costumes locais para não passar constrangimentos e, principalmente, riscos.  Além da Egali, eu li sobre os costumes da localidade em que permaneci, sobre a escola que optei.

Com absoluta certeza me senti mais poderosa ao final da viagem! Essa experiência me proporcionou uma nova cultura e a evolução no estudo do inglês. Apesar de pouco tempo, consegui conversar com pessoas diferentes e ver o como é conhecer novos lugares sem ter medo. 

Para as mulheres que querem viajar sozinha: sejam livres, tenham coragem, enfrentar novos desafios é que nos proporciona o verdadeiro significado de ser livre! A preparação é muito importante e falar inglês ajudou muito, mas não tenham medo, quando há suporte, as experiências nos fazem mais fortes e grandiosas!

Não se limitem jamais!  Lembre-se de que é preciso experiências novas para se tornar independente. Quem tem medo de viver, pouco saberá do mundo. 

 

Raquel da Silva Santos

Itabuna | Intercâmbio em Dublin

mulheres intercambistas - Raquel

A vontade de fazer intercâmbio surgiu logo quando comecei a estudar inglês. Não conheço muitas pessoas que dominam o idioma, então, já sabia que, se um dia tivesse a oportunidade, eu teria grandes chances de encarar o desafio sozinha. Meu intercâmbio em Dublin não foi uma escolha pessoal, na verdade, quando o escritório da Egali em Itabuna-BA apresentou a proposta de intercâmbio na Irlanda eu estava tão focada no trabalho que tinha esquecido a vontade de fazer intercâmbio.

Foi a partir da proposta da Egali que me interessei por saber mais sobre intercâmbios na Irlanda e analisar se minha situação financeira era compatível com aquela “aventura”. Após fechar o intercâmbio de duas semanas, descobri que na verdade eu já tinha um carinho especial por esse destino. Alguns anos antes meu ex-professor de inglês havia viajado para a Irlanda e tinha me contado coisas incríveis sobre o país. Ouso dizer que foi a Irlanda que me escolheu, não o contrário. Outros fatores fizeram da Irlanda um destino perfeito: diversidade histórica e cultural, proximidade com outros países europeus, custo de vida mais acessível, belezas naturais e o clima frio.

Sem dúvida o fato de ter uma agência responsável pela parte burocrática da minha viagem me deu a coragem que eu precisava para viver essa experiência incrível. Eu fui muito bem atendida e orientada em todas as etapas do processo e isso entra como mérito da Egali. Agora um detalhe fez toda a diferença, quando fiquei sabendo que a Egali tinha um escritório em Dublin vi que era exatamente o que eu precisava.

“É impossível não se sentir mais poderosa, corajosa e determinada depois de fazer um intercâmbio sozinha. Até porque, essa também foi minha primeira viagem internacional e precisei lidar com tantas coisas que era novas pra mim que não poderia ser diferente.”

Foi uma experiência marcante, construtiva e maravilhosa. Tive sim uma sensação de segurança e não lembro de ter passado por experiências desagradáveis pelo fato de ser mulher. Vivi algumas situações inusitadas que teriam sido menos assustadoras se não estivesse sozinha (como por exemplo, errar a porta de saída do aeroporto e ter a bagagem revistadas pelo pessoal da “Receita Federal” irlandesa ou ficar perdida nas ruas de Dublin sem conseguir achar os locais que procurava porque ainda estava sem dados móveis), mas todas elas tornaram a viagem mais rica e sou grata por elas fazerem parte das minhas recordações.

É impossível não se sentir mais poderosa, corajosa e determinada depois de fazer um intercâmbio sozinha. Até porque, essa também foi minha primeira viagem internacional e precisei lidar com tantas coisas que era novas pra mim que não poderia ser diferente.

Eu acredito que o medo é muito importante para garantir nossa segurança, mas não podemos deixá-lo nos impedir de viver experiências incríveis. Além disso, como bibliotecária eu também acredito que informação é poder, por isso eu digo: pesquisem tudo.

Meu recado para as mulheres que quer viajar sozinhas é: se conheçam, conheçam seus limites. Quando eu decidi viver essa experiência eu sabia que poderia fazer a viajem sozinha, mas não abria mão de ter o suporte de uma agência bem estruturada. Pesquisem sobre o país que vocês querem conhecer, os documentos que precisam em todas as etapas da viagem, todos os custos da viagem, os meios de transportes, detalhes sobre a agência de viagens, companhias aéreas e voos etc. Pesquisem, leiam, ouçam as experiências de outras pessoas e principalmente, filtrem o que será útil para vocês. Depois abram suas asas e sejam livres para viver o que a vida tem para vocês.

 

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  • annachies
    Por annachies Blogueira/Vlogueira que deseja conhecer o mundo todo. Acredita que o intercâmbio é uma experiência incrível e fará de tudo para te convencer disso! Quer trocar uma ideia comigo? @annacchies (em todas as redes sociais)

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