Levar alimentos na mala pode parecer inofensivo, mas é preciso atenção: cada país tem regras específicas sobre o que pode entrar e sair. Ignorar essas normas pode resultar em multas, apreensão dos produtos ou até restrições em futuras viagens. Antes de embarcar, é essencial entender que até mesmo os alimentos mais comuns podem ser barrados em uma fiscalização internacional.
Essas regras fazem parte das políticas de segurança alimentar e sanitária adotadas em todo o mundo. Elas existem para evitar a entrada de pragas agrícolas, doenças e produtos contaminados que possam colocar em risco o ecossistema local. O que parece um simples lanche, fruta ou doce caseiro pode ser considerado um item de risco — e causar transtornos sérios na imigração.
Seja aquele item indispensável que você não vive sem ou uma lembrança saborosa do seu intercâmbio, conhecer as regras sobre alimentos na mala é o primeiro passo para viajar tranquilo. Abaixo, explicamos o que pode e o que não pode levar, e como agir corretamente na alfândega para evitar problemas!
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Sim, é possível levar alimentos na mala de mão, mas existem regras claras. Em geral, alimentos sólidos como sanduíches, frutas, bolachas e chocolates podem ser transportados sem problemas, desde que estejam bem acondicionados e em embalagens transparentes. Isso facilita a inspeção no raio-X e evita atrasos no embarque.
Líquidos, pastosos ou cremosos — como sopas, iogurtes, molhos, patês e geleias — devem respeitar o limite de 100 ml por embalagem. Tudo deve caber em um saquinho plástico transparente de até 1 litro. Essas normas valem para qualquer voo internacional e fazem parte das exigências de segurança aérea.
Antes de preparar o lanche da viagem, é importante verificar as regras de bagagem internacional da companhia aérea, já que países como Estados Unidos, Austrália, Canadá e Nova Zelândia costumam ter uma fiscalização mais rígida. Assim, você evita que seus alimentos na mala sejam descartados no controle de segurança.
Antes de arrumar a mala, é bom saber o que não pode entrar no seu destino. Alimentos de origem animal e vegetal estão entre os principais itens proibidos, a menos que haja uma autorização específica. Essa regra é universal e serve para evitar contaminações e proteger a agricultura local.
Nos EUA, na Austrália e na União Europeia, produtos como frutas, verduras, sementes e carnes são barrados logo na chegada. Já itens industrializados e processados, como café torrado e chocolates, geralmente são liberados. Ainda assim, é essencial consultar as normas específicas antes de incluir alimentos na mala de viagem.

Nem tudo pode ser levado na mala, e algumas restrições são mais severas do que muitos viajantes imaginam. Abaixo, listamos os principais alimentos e produtos proibidos em voos internacionais, conforme as recomendações da FAO e do USDA:
Ao transportar alimentos na mala sem a devida autorização, você corre o risco de ter a bagagem inspecionada e o item apreendido. Em alguns casos, há aplicação de multa, principalmente na Austrália e na Nova Zelândia, onde a legislação é extremamente rigorosa.
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Agora que você já sabe o que evitar, veja quais alimentos na mala são aceitos pela maioria dos países. Sempre priorize produtos industrializados, lacrados e com rótulos legíveis — isso facilita a inspeção e demonstra transparência.
Para evitar transtornos, evite levar alimentos preparados em casa ou sem embalagem de fábrica. Esses itens raramente são aceitos. Uma boa prática é levar notas fiscais e manter os produtos organizados na bagagem de mão, especialmente se você estiver levando alimentos na mala como presente.

Em muitos países, é obrigatório declarar alimentos na alfândega — mesmo aqueles que parecem inofensivos. O formulário de entrada (como o Incoming Passenger Card na Austrália) sempre pergunta se o passageiro transporta alimentos, plantas ou produtos animais. Responder com sinceridade é essencial para evitar penalidades.
Mentir ou omitir que está levando alimentos na mala pode gerar multas de até US$ 400 e registro no sistema de imigração. Por isso, se estiver em dúvida, declare. Os agentes aduaneiros avaliam o produto e decidem se ele pode entrar. Em muitos casos, o item é apenas inspecionado e liberado sem custo.
Para quem viaja com Egali Intercâmbio, o suporte de pré-embarque orienta sobre cada detalhe da bagagem e sobre quais alimentos podem ou não ser levados, evitando surpresas na chegada.
Antes de viajar, verifique se o país de destino permite o transporte dos alimentos na mala. Essa informação está disponível nos sites oficiais de imigração e agricultura. Em lugares como Canadá, Japão e Reino Unido, há ferramentas online que informam exatamente o que é aceito.
O suporte da Egali está preparado para orientar cada estudante sobre o tipo de produto permitido e as normas de bagagem. Assim, você evita perder tempo na inspeção e garante uma chegada tranquila ao seu novo país.
Ao retornar ao Brasil, lembre-se: alimentos perecíveis como frutas, sementes, laticínios, plantas e carnes são proibidos. Só é possível trazê-los mediante autorização do Ministério da Agricultura. Essa medida protege o território nacional de pragas e doenças que possam vir do exterior.
Viajar é uma das experiências mais enriquecedoras que alguém pode viver — e cuidar do que você leva na mala faz parte dessa preparação. A Egali Intercâmbio oferece suporte completo para quem deseja estudar no exterior, com orientação desde a escolha do destino até o embarque, incluindo informações práticas sobre o que é permitido levar, inclusive alimentos na mala.
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FAQ – Perguntas frequentes sobre alimentos e intercâmbio