Papo de Intercambista | Auckland - Egali Intercâmbio
Eu fui de Egali

Papo de Intercambista | Auckland

Atualizado em 30 de julho de 2018

O Maikel Penz nos contou sobre a experiência de intercâmbio dele em Auckland. Vamos conferir?

 

Planejando o intercâmbio

“Antes de fazer o intercâmbio, eu tinha uma certeza e muitas dúvidas. A minha certeza, é que não iria sozinho, pois minha namorada, felizmente, compartilhava a mesma vontade de aprender inglês no exterior. Sobre as dúvidas, acredito que escolher o destino foi a
decisão que mais levou tempo, pois há muitos lugares incríveis para se viajar.

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Para a minha felicidade, tive grande apoio da Egali de Porto Alegre, que me aconselhou a Nova Zelândia como destino. Mas por que ir para o outro lado do mundo? Por oferecer as três coisas que estava buscando: Um lugar seguro, com boas oportunidades de emprego, e onde as pessoas falam inglês. A partir do momento que comprei o curso até o momento do embarque, tive sempre um caminho claro através da área do aluno (plataforma disponibilizada pela Egali) pois sabia o que precisava fazer e quando precisava ter isso pronto.

 

A cidade

Quando cheguei na Nova Zelândia, o primeiro sentimento que tive foi o provável sentimento de todo intercambista: o que eu vim fazer aqui? Menos mal que já no aeroporto conheci o Heliton da base de Auckland, que no caminho até a Egali House praticamente explicou o que fazer e o que não fazer. “Não sai de casa sem o casaquinho, faz o documento +18, vai na aula”, etc..

 

Choque cultural

O fato de desembarcar em um país onde as pessoas não falam o seu idioma e não possuem os mesmos hábitos, é com certeza um “choque”.
Por isso, só tenho a agradecer pela oportunidade de ter morado as três primeiras semanas na Egali House, pois pude conhecer a cidade/pessoas, e procurar outro lugar para morar, com calma.

Com o passar dos dias, percebi que a Nova Zelândia não é um país fantástico apenas por ter paisagens incríveis, mas também por ter pessoas educadas. O fato de cumprimentar as pessoas na rua, na escola, dizer o simples obrigado ou desculpa, fez com que eu me sentisse no Rio Grande do Sul, a mudança não parecia ser tão grande assim.

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Buscando emprego na Nova Zelândia

Após o primeiro momento de “adaptação/choque/o que eu vim fazer aqui mesmo ?”, era hora de buscar um trabalho. O primeiro passo, foi participar do Workshop de CV proporcionado pela base de Auckland, onde o Racine praticamente apresenta um passo-a-passo do que fazer pra conseguir um emprego, mas óbvio, você não sai empregado daquela sala (kkkkk). Com o CV, a cover letter e o emocional em dia, era hora do chamado “dar a cara a tapa”.

Acredito que ao sair pra entregar currículo,  foi quando senti o pior de Auckland: Chuva, Sol, Frio de renguiar cusco, Calor, tudo isso em 30 minutos. Mas… faz parte, se era pra ser tudo mil maravilhas,  teria ficado em casa.

Sempre tive o foco em procurar algo na área de serviços, mas ao mesmo tempo realizar o sonho de conseguir um emprego na minha área de atuação (TI). Após 1 mês, e muitos, mas muitos currículos entregues, tive meu esforço recompensado com a oportunidade de fazer um trial na Sal´s Pizza (Sim, melhor pizza da Nova Zelândia, e não é porque eu trabalhei lá, é a simples opinião de quem é louco por pizza, e de talvez mais 1,377 milhões de Aucklanders).

Consegui o emprego, e comecei minha jornada como pizzaiolo. Nunca havia feito pizza na vida, mas encontrei pessoas fantásticas que me ensinaram tudo o que precisava saber, pra fazer pizza com a qualidade da Sal´s.

Após praticamente 3 meses em terra Kiwi, recebi uma ligação de uma empresa da área de TI, me chamando para uma entrevista. Fiz algumas entrevistas e provas com eles, e por fim recebi a tão sonhada “Job Offer”. O emprego não era pra Auckland, por isso em questão de 20 dias tive que enfrentar a imigração novamente, e procurar uma nova moradia, agora em Wellington. Depois de organizar tudo, de mala e cuia, desembarquei na cidade do vento.

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Não sei dizer o que será do dia de amanhã, posso dizer que até o momento conquistei tudo aquilo que lutei pra conseguir em terra Kiwi. Se você me perguntar pra onde ir no seu intercâmbio, sabe a resposta, venha para a Nova Zelândia. O país é ótimo tanto pra estudar inglês por um curto periodo, quanto pra trabalhar. A escolha é sua, mas tenha uma coisa em mente: a zona de conforto ficou pra trás, independente qual o seu foco (inglês ou trabalho) dê o melhor de si, seja aluno da Egali, por que ao menos para nós, eles foram e continuam sendo, essenciais.

Forte Abraço”.

Maikel Alexsander Penz

 

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