Meu intercâmbio em Dublin | por Martina Alves - Egali Intercâmbio
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Irlanda

Meu intercâmbio em Dublin | por Martina Alves

Atualizado em 21 de agosto de 2017

A Martina foi de Egali para Dublin e amou muito a experiência! Diferente da maioria dos alunos que aparecem por aqui, ela optou por ficar em uma casa de família (sim! Aqui na Egali você também pode fazer isso!).

Confira a seguir o depoimento maravilhoso que ela mandou para a gente:

 

Meu intercâmbio em Dublin | por Martina Alves

 

1. A cidade

Fiquei um mês na cidade, fazendo um curso bem completo pelo pacote Premium, para me certificar de que aproveitaria ao máximo o tempo que tinha para passar lá, mais 10 dias passeando pela Inglaterra (Liverpool e Londres).

Morar em Dublin, mesmo que por pouco tempo, foi uma experiência incrível. Fazia tempo que me organizava para a viagem, cerca de um ano, sempre assistindo vídeos de pessoas, brasileiras ou não, que moravam por lá, para buscar dicas que facilitassem minha adaptação (já também trabalhando meu inglês e ouvido para o sotaque).

Dessa forma, quando cheguei à Dublin, não levei susto algum quanto à adaptação, mas com certeza fiquei fascinada pelo carinho com o qual fui recebida por minha host family. Irlandesa de raiz, porém com um coração muito parecido com o brasileiro, cheio de carinho (e comidas maravilhosas por sinal), para compartilhar com seus hóspedes. A questão host family é muito particular, em minha escola não cheguei a conhecer outro aluno Egali, mas muitos dos meus colegas de outros países tiveram alguns problemas de cultura e costumes com suas homestays, de forma que fiquei muito feliz e grata por ter tido a sorte de ter tido uma estada tão boa e essencial para o trabalho contínuo do meu inglês.

Pensando de uma forma mais geral, além da minha host family ser uma das coisas que mais amei em Dublin, com certeza, os locais que cercam a cidade me fascinaram muito. A República da Irlanda é um país pequeno, mas isso não diminui em nada a grandeza, riqueza, e beleza de seus cenários e paisagens.

Assim, com certeza as coisas que mais sinto falta de Dublin são a hospitalidade e a riqueza de paisagens que cercam a cidade.

 

2. Vida noturna

Ao contrário do que se possa imaginar, não fui para Dublin pensando em sua vida noturna em si. O fato de eu não gostar de cerveja trazia muitas piadas, mas em contrapartida, gosto muito de comer bem (quem não! Mas enfim…), e de doces. Desse jeito, com certeza poderia indicar para quem curte um hambúrguer, o Bunsen Burger, que fica em frente ao Temple Bar original. Além disso, para sobremesa ou gordices em geral, o Sweet Republic (26 Bachelors Walk), tem o melhor milkshake possível, é só seguir eles no Instagram para ter uma noção.

Ainda assim, minha escola oferecia também para os maiores de 18 anos, passeios por pubs característicos da cidade, tendo na realidade uma opção de atividade diferente todos os dias da semana.

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3. A gastronomia

Eu simplesmente adorei a comida da Irlanda. Como passei um tempo depois em Londres, posso dizer que senti uma diferença muito grande, pois comi muito melhor e mais barato em Dublin. Na minha host family, simplesmente, comia de tudo. Meu host dad, David, me apresentou pratos diferentes que eu, sinceramente, comia tudo (o que é uma novidade para a fresca em pessoa que sou). A única coisa que impliquei foi o feijão doce (mas isso fica para você tirar suas conclusões).

Além do Bunsen Burger e do Sweet Republic, você comerá bem em qualquer lugar. Mas, com certeza, minhas companheiras do dia-a-dia foram duas pizzarias próximas à minha escola. Como tinha aulas pela tarde, não podia ir muito longe, tampouco gastar muito, então sempre curtia os “deals” que tinham por perto. Por 5 euros, em ambas pizzarias (Pizza Pizza e uma italiana, que infelizmente não lembro o nome, próximas à Conolly Station), você garantia uma pizza média, mais uma bebida, uma porção de fritas e maionese. As caminhadas pela cidade compensam as calorias, prometo! 😀

 

4. Compras

Quando você chega em Dublin, você percebe que tanto faz o que você está vestindo, o que importa é para onde você quer ir, para onde está indo. Assim, praticamente todo o dinheiro que estava levando para compras foi gasto em viagens, que com certeza valeram muito mais do que bens materiais.

Para não dizer que não comprei nada, reservei 40 euros e passei um dos meus últimos dias passeando por lojas como Penneys e Forever 21, garantindo cerca de 8 peças ótimas que duram até hoje. Além disso, espero um dia ter a possibilidade de contar para vocês um pouquinho de Londres, pois lá sim, livros, roupas e bugigangas foram muito difíceis de serem ignorados em Camden Town.

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5. Os passeios

Super indico fazer uma viagem que eu fiz, que considerei incrível, porém, curta, para a Irlanda do Norte. Belfast e tantos outros lugares que estavam no roteiro, como Giant’s Causeway e Carrick a Rope Bridge, devem ser conhecidos com mais calma e em dias mais bonitos (ainda que seja difícil prever isso em um países como a Irlanda e a Irlanda do Norte.

Queria ter visitado o Cliffs of Moher, que infelizmente estava fechado no final de semana que iríamos conhecer (esse passeio é imperdível, pessoal. Mesmo não tendo ido, tenho noção do que perdi).

 

6. A Egali

A Egali, tanto durante toda a minha preparação para o intercâmbio quanto durante a viagem em si, me deu um suporte incrível, uma atenção indescritível, e a possibilidade de conhecer pessoas que amam viajar e que querem tornar a tua experiência tranquila, fácil e memorável.

Fui muito bem atendida, acho super válido indicar a agência aqui de Passo Fundo/RS, que fez de tudo para que eu tivesse conforto, tornando também a viagem acessível financeiramente com suas formas de pagamento. Tornei-me fiel à empresa, de forma que sei que independente das próximas viagens que fizer, entrarei em contato para ver no que a Egali pode me ajudar.

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7. A experiência

Minha adaptação à vida irlandesa foi um processo diferente e de grande aprendizagem. Conhecer outras culturas te aproxima da realidade do mundo, a qual, muitas vezes, negligenciamos por estarmos longe. Conheci colegas incríveis, que me apresentaram seus costumes e vivências, principalmente Zeynep, uma menina de Istambul, com a qual troquei diversas experiências e diferenças, construindo uma amizade que prezo muito, guardando até hoje.

É claro que nem sempre tudo é tão tranquilo. É um desafio compartilhar horas de aulas com pessoas que veem de lugares diferentes. Conflitos sobre quem tem a melhor comida (entre franceses e italianos), dentre outros eram comuns. Mas entenderam a jogada, certo? Tudo de um jeito leve e muito descontraído, nada de preconceito, nada de julgamento, um conglomerado de diferenças que foi essencial para a construção da minha bagagem cultural dessa viagem.

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Meu top 5 Dublin

1. Pessoas incríveis.

2. Paisagens de tirar o fôlego.

3. Comida diversificada e maravilhosa.

4. Facilidade de acesso (locais incríveis fora da cidade e ao mesmo tempo muito próximos).

5. Transporte (bicicletas, ônibus, trem).

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E aí, gostou do depoimento da Martina? E, se você já fez o seu intercâmbio com a Egali e quer contar pra gente como foi, responda o nosso questionário e mande as fotos para o e-mail marketing3@egali.com.br!

Logo, logo, você poderá aparecer aqui no blog!

E, caso você ainda não tenha feito um intercâmbio, e tenha muita vontade de fazer, é só clicar aqui.

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