8 hábitos que os estrangeiros deveriam aprender com a gente - Egali Intercâmbio
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8 hábitos que os estrangeiros deveriam aprender com a gente

Atualizado em 01 de março de 2016

Há pouco tempo publicamos um texto falando sobre alguns hábitos que poderíamos adotar no nosso dia a dia aqui no Brasil. Foi uma postagem polêmica, pois muitas pessoas acreditaram que estávamos desvalorizando nossa cultura. Na verdade, é exatamente o oposto, já que indicamos hábitos para agregar.

O intercâmbio é uma estrada de duas vias, uma troca constante de aprendizados. Se podemos trazer bons hábitos de lá, também podemos levar.

E o Brasil tem MUITAS coisas legais que merecem a atenção dos estrangeiros.

 

1. Abraços e afeto em geral

Em muitos países, o contato físico com estranhos ou até mesmo entre amigos e familiares não existe. Tem gente que até se ofende com abraço! Não foi uma nem duas vezes que encontrei brasileiros desconhecidos na rua e abracei (sei lá, dá uma emoção ver brasileiro por ai) e notei olhares incrédulos ao redor.

Por favor, pessoas, abracem mais. Cientificamente é provado que um abraço pode melhorar o dia de uma pessoa. E nós brasileiros sabemos muito bem disso!

 

2. Banho

Sim. Chegamos a um ponto que pode ser polêmico.

Em alguns países não é tão comum tomar banho todos os dias. Há quem defenda esse hábito até com coerentes explicações biológicas. Outros defendem a economia de água, um recurso importante que não pode ser desperdiçado. Porém, eu estou aqui para opinar e digo: é muito bom tomar banho todos dias. Um banho, nem que seja de 5 minutos, não só nos mantém limpos, evitando muitas doenças, como renova as energias! Isso sem falar na questão do cheiro…

 

3. Escovar os dentes com frequência

Somos muito cuidadosos com nossos dentes. Tanto que temos até escova de dente no trabalho e isso não é tão compreendido lá fora. Assim como o banho, escovar os dentes bem e com frequência é um hábito higiênico que o brasileiro deveria disseminar por aí.

 

4. Férias

Nossas leis trabalhistas deveriam ser motivo de orgulho. Temos direitos que outros trabalhadores no mundo, inclusive em MUITOS países desenvolvidos, não têm. Não vamos entrar no mérito do salário mínimo nem nada. Estou falando de direitos.

Temos 30 dias de férias, um período importante para relaxar a mente. Já tive muitas ideias para o trabalho durante as férias assim como voltei mais motivado depois delas. Em muitos países essa ideia parece absurda, tanto que o período de férias deles é muito curto ou nem existe (conheci muito sujeito que teve que pedir demissão para poder viajar).

 

5. Arroz, feijão e aquela saladinha

No outro post falamos que os estrangeiros têm um café da manhã reforçado e isso é bom, certo? Porém não qualificamos o que eles comem. Cá entre nós, dificilmente uma culinária bate a nossa em termos de nutrientes, variedade e sabor. Nós brasileiros sofremos muito quando moramos no exterior por causa da comida. Ficamos com saudade da nossa combinação favorita: arroz, feijão, bife e salada.

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Os estrangeiros quando vem pra cá provam e não querem mais largar!

 

6. Contato com os pais

Eu tenho uma amiga que namorou um australiano por 1 ano e só no décimo mês de namoro descobriu que o cara tinha pais. Lá e em outros países esse contato com os pais é muito distante se restringindo a datas especiais como Natal, aniversário e etc. Eu amo estar com meus pais, compartilhar meus momentos com eles. Dificilmente conseguiria ficar tanto tempo sem falar com eles. Nem que seja para ter aquela briga saudável.

 

7. Criatividade

Eu sou daqueles que critica o “jeitinho brasileiro”. Porém, não podemos negar que essa característica nos dotou de uma criatividade invejável. Sempre temos uma solução para tudo! Somos os mestres do improviso! Não é à toa que existe muito brasileiro se destacando pelo mundo. Essa capacidade de acreditar em uma solução também nos faz especiais.

 

8. Solidariedade

Nosso país tem muitos problemas, não podemos negar. Eu poderia listar tudo de ruim que enfrentamos todos os dias, mas prefiro destacar nossa capacidade imensurável de sermos solidários, pois é isso que ainda me dá esperança. O brasileiro adora tomar partido, odeia ver alguém sendo injustiçado. Muitas vezes não sabe como ajudar ou não sabe que aquilo é um problema. Porém, se existe uma mobilização, um esclarecimento, lá vai o brasileiro ajudar.

Os estrangeiros ficaram maravilhados com isso durante a Copa do Mundo. Se precisavam de informações, sempre tinha alguém para parar e tentar ajudar – mesmo que se atrapalhasse com o idioma.

E isso é motivo de muito orgulho!

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