6 hábitos que devemos aprender com os estrangeiros - Egali Intercâmbio
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6 hábitos que devemos aprender com os estrangeiros

Atualizado em 12 de janeiro de 2016

Não é difícil num papo entre intercambistas rolar aquelas comparações que começam geralmente com um “lá fora é muito diferente” ou “isso nunca aconteceria por lá…” As vantagens de morar no exterior são evidentes. Mais segurança, melhores oportunidades, mais respeito às regras que deveriam ser básicas numa sociedade e etc.

Mas, como intercambistas, não devemos apenas apontar o que é melhor lá. É nosso dever TRAZER o que aprendemos lá para inserir na nossa cultura. Afinal, não é esse o objetivo de troca de conhecimento? Vamos ver!

 

1. Café da manhã reforçado

Isso é muito comum, principalmente em países com a cultura inglesa. A primeira refeição do dia é sempre valorizada. Nesses lugares, a mesa é recheada de opções como fatias de pão, bacon, salsichas fritas ou grelhadas, ovos, morcela preta e branca, feijão com molho de tomate, batata e cogumelos.

Claro, nem tudo isso é saudável, mas a ideia de um café da manhã reforçado é muito indicada por nutricionistas. Isso ajuda a começar bem o dia, com mais disposição, pois esse é o momento certo de carregar as energias!

Quem já foi (ou é) intercambista sabe: tomar um café da manhã bem reforçado ajuda a aproveitar melhor o dia, principalmente porque dificilmente há tempo para pausas para lanchinhos. E como intercâmbio exige mais da gente, principalmente caminhadas, quanto mais energia logo cedo, melhor.

 

2. Respeito no trânsito

Em Dublin, andei de bicicleta entre os carros (pois a ciclovia vai para o meio da rua, é bizarro mas funciona) e sempre fui respeitado. Em Sydney, notei que as pessoas nunca atravessavam a rua se o sinal estivesse aberto para carros, mesmo que não houvessem carros, depois descobri que há uma multa pesada para quem atravessa. Lá o trânsito é feito para não haver congestionamento, por isso o pedestre deve ter paciência – nada difícil de alcançar em um lugar tão especial como aquele.

Em Berlim as pessoas só atravessam na faixa. E ainda chamavam atenção de quem não fazia o mesmo.

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São vários casos e uma única verdade: as coisas funcionam quando as pessoas estão dispostas a fazerem elas funcionarem.

 

3. Balada cedo

No exterior, as pessoas vão cedo para a balada para voltar cedo. Se você parar para pensar, é algo que faz muito sentido. No Brasil costumamos sair perto da meia-noite; lá, essa é quase a hora de voltar.

Às 2h, no máximo 3h, as pessoas já estão descansando (ou não) em suas casas e provavelmente terão um dia seguinte mais tranquilo…

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4. O lado certo na escada rolante

Em muitos lugares há uma regra muito simples na escada rolante: quem está de boa fica na direita, quem está com pressa sobe pela esquerda. Pode ser algo bobo, mas com certeza evita muito estresse no dia a dia.

É ruim quando você está atrasado e é impedido de andar um pouco mais rápido. Também não é nada legal estar tranquilo e ser esbarrado por um apressado fazendo zig zag entre as pessoas.

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É algo que podemos facilmente trazer para a nossa cultura.

 

5 . Se importe menos com roupas

Um dia eu estava esperando o ônibus em Sydney e vi uma pessoa de pijama. Claro que meu instinto natural foi achar estranho. Depois notei que só eu estava olhando aquela pessoa, ninguém mais se importava com o que ela vestia ou deixava de vestir. E isso é um hábito muito comum no exterior: cada um cuida de si.

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6. Pontualidade

Nunca esqueço de uma situação. Éramos basicamente um grupo de brasileiros visitando Paris e contratamos um passeio noturno pela cidade. Umas meninas se atrasaram 5 minutos. Ninguém esperou por elas.

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No exterior eles levam muito a sério a pontualidade e a partir do momento em que você não está no lugar marcado na hora combinada, você perde credibilidade. Como se um contrato fosse quebrado.

Se o guia do grupo esperasse mais 5 minutos, ele desrespeitaria quem estava ali na hora. Fez certo.

 

Como podem ver, todos hábitos citados são muito fáceis de serem executados. Tornar isso um hábito é mais difícil. Exige insistência e a compreensão de que provavelmente você fará isso sozinho por algum tempo. Mas se esses hábitos te cativaram tanto, a ponto de você admirar a cultura estrangeira, porque você não pode cativar as pessoas na sua volta a fazer o mesmo?

É assim mesmo, uma construção lenta, feita aos poucos.

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