Televendas: (11) 5096-3413
Televendas: (11) 5096-3413
Adler Rudi da Luz Kernkamp - Summer Schools – Londrina
ver depoimento“Obrigado por tudo, essa viagem foi a melhor experiência da minha vida, tanto em aprendizado quando em amigos, fiz amizades no Brasil e no mundo, e amizades verdadeira, com certeza! Obrigado, e o trabalho de vocês está excelente, continuem assim que só tem a crescer a Egali! Deus abençoe, Abraços”
Adler Rudi da Luz Kernkamp
Luigi Fernando Kozenieski – FREE - EUA
ver depoimento“Bom, tive alguns problemas com o programa, as horas de trabalho semanal não foram cumpriras como combinado, porém acho que a viagem foi de bom valor. É bom para treinar bem o inglês, aprender a resolver problemas sozinho, (como quando perdi o passaporte e o cartão de crédito, ou quando o hostel não fez a reserva que solicitei e tive de sair na neve com 2 malas à procura de lugar pra ficar, ou quando o vôo de volta atrasou 2 dias por causa do furacão), além disso, se tem boas histórias para contar aos netos, como que o trabalho ficava à 1 hora de caminhada do hotel, geralmente em calçadas cobertas com meio metro de neve, à até -27ºC. É um bom programa de férias para qualquer um, recomendo à quem tiver interesse.”
Luigi Fernando Kozenieski
Natalia Taffarel – FREE – Vermont
ver depoimento“Resolvi que iria viajar aos Estados Unidos quando tinha 15 anos, decidi. Só nunca havia encontrado a oportunidade ($$$). Sou de uma família simples, então para fazer uma viagem dessas teria que batalhar muito antes.
Trabalhei bastante e finalmente consegui a oportunidade de fazer minha viagem. Pesquisei em diversas empresas por bastante tempo (fiz isso com antecedência de 6 meses e acho que devia ter feito antes ainda). E a EGALI foi a empresa que me deu os melhores custos, com certeza.
Quanto ao tipo de programa escolhi um que fosse por pouco tempo já que tenho um namorado aqui que já me incomodou... hehe Mas deu tudo certo! E outra, eu queria um programa onde eu pudesse trabalhar, assim pagaria minha viagem e já aprenderia inglês. Diversas foram as opções de emprego, mas foi na Feira que todos tivemos que falar com o representante Sponsor, em inglês, e ele alocava como melhor fosse. Fui alocada para trabalhar no Amazing Homes of Vermont, numa cidadezinha de 1500 habitantes chamada Killington. Divisa com o Canadá, o normal lá era -20ºC, mas nada que uma boa gaúcha não se acostumasse J. De fato queria viver uma experiência bem diferente e, por esse motivo topei ir para neve. A cidade de Killington é famosa pelas estações de SKI.
No Amazing Homes nós éramos os limpadores das casas de luxo de veraneio que existe lá. Muitas pessoas famosas e que tem dinheiro nos EUA têm uma casa na sua cidade natal, uma na Flórida (para verão), uma em NY (para trabalhar) e uma em Vermont (para Inverno e esquiar). Eu tava muito ansiosa e nervosa por não saber o que estava me esperando... E encontrei muita dificuldade, passei muito frio e fome nos primeiros dias. Mas não se apavorem que isso me fez crescer muito como pessoa e de poder viver coisas diferentes. Também por ser uma cidade pequena, a gente passa muito mais dificuldades. Se pudesse escolher de novo, iria para uma cidade maior, com certeza.
Nunca precisei da ajuda da EGALI dos Estados Unidos, já que eles passam todas as dicas possíveis para não dar nada errado lá! Isso é muito bom. Mas tive sorte também, vários brasileiros lá passaram por maus bocados. Mas a experiência foi sem preço! Vi coisas que nunca veria na minha vida e vivi a experiência de me tornar a casta menor, já que lá tu é imigrante e eles já sabem que você foi para lá pára fins de mão-de-obra. Existem diversos casos, mas pude presenciar o caso dos Jamaicanos que todos os anos vão trabalhar na mesma empresa, no mesmo lugar, morar no mesmo lugar, por tempo temporário para juntar uma grana.
Quanto ao suporte EGALI não tive o que reclamar. Foram muito atenciosos comigo e com quem foi comigo também. Pra mim os maiores pontos positivos da Viagem foram: poder fazer o que tu quiser sem se importar com nada, ter a tua vida, controlar o teu dinheiro, tomar suas decisões e passar trabalho por erros teus! Sim, a gente erra muito até a aprender as “manhas” de lá; fazemos muitas amizades, a maioria brasileiros. Pontos negativos: Passei muito frio!, a comida não é nada boa, a gente trabalha demais (demais mesmo!) e sente muitas saudades de todos aqui.
Recomendo esse programa para pessoas que estão afim mesmo de dar duro, que não tem frescuras na vida e que quer curtir algo muito diferente da tua realidade aqui no Brasil!
Natália Taffarel Bosse
Luciane Krichenko Gewehr - FREE - EUA
ver depoimento“Bom, primeiramente eu queria dizer que estou a muito tempo, na verdade desde a minha volta, para agradecer a todo o pessoal da egali que ajudou muito e prestou todo o auxilio para que a minha viagem fosse a melhor possivel.
Aos que irão por este programa este ano, somente queria deixar a mensagem, que eu tive muita sorte, nada de ruim aconteceu, que tudo o que me prometeram aqui no Brasil, por parte da Egali, foi cumprido, entretanto vi algumas pessoas que tinha ido por outras empresas que tiveram problemas. Enfim situações difíceis acontecem, o importante é que a gente possa ter alguém que nos ajude, afinal estamos em um país estrangeiro. A Egali proporcionou ajuda e teve o contato do Erick nos EUA, a quem poderia chamar o tempo todo, graças a deus não precisei. enfim a viagem foi muito boa, me diverti, tive momentos de saudades, conheci pessoas muito bacanas, teve situações ruins que eu não gostei, mas enfim tudo faz parte do crescimento e fazer um intercâmbio, é uma experiência enriquecedora.
Obrigada a todos.”
Luciane Krichenko Gewehr
Pryscila Vegini – Curso de Línguas - Vancouver
ver depoimento“Estou escrevendo para lhe dar noticias sobre nosso intercambio.
Primeiramente, foi ótima a experiência que tivemos em Vancouver, a cidade é linda, limpa e segura. Os nativos são educados e amigáveis... A comida é um pouco diferente, e o café da manhã é quase um almoço, mas conseguimos sobreviver. A família era muito legal, nos levaram para conhecer alguns lugares e sempre nos ajudavam quando precisávamos de alguma informação.
A escola era legal e por incrível que pareça não tinham muitos Brasileiros (em torno de 10), porém Chineses, Koreanos e Japoneses somavam uns 90% de todos os alunos.
A higiene em geral é um pouco diferente da nossa, eles não limpam a casa, não trocam lençóis, toalhas etc. Mas a cidade em si é muito linda, visitamos vários lugares e aproveitamos o Maximo que pudemos.
Infelizmente tudo que é bom, dura pouco.
Visitamos também os EUA (Seattle) e percebemos que o Canadá é muito melhor.
Ficamos bem interessados em morar em Vancouver, pelo o que pesquisamos não é muito difícil migrar para lá, o problema é conseguir encontrar o 1º emprego, pois eles contam apenas como experiência se você já trabalhou no Canadá.
Em geral, tudo ocorreu bem e não tivemos nenhum problema.”
Pryscila Vegini
Juliana Carvalho – Curso de Línguas - Londres
ver depoimento “Estou amando o curso. Mesmo eu não querendo ser Fashion Designer propriamente dita, este curso abriu a minha mente totalmente. As aulas são bem interativas, sempre com o objetivo de aumentar a criatividade do aluno, alem de proporcionar uma visão diferente de Londres, mostrando museus e feiras artísticas nas horas vagas. O diferencial da Saint Martins em comparação com as outras faculdades de moda é justamente este aspecto artístico em todos os processo de criação. A turma e bem unida e todos são muito simpáticos, já que todos os alunos vem de outros países, você acaba aprendendo mais sobre outras culturas e costumes, e conhecendo mais a cidade junto, indo para pubs, restaurantes e boates.”
Juliana Carvalho
André Zimmer – Curso Trabalho - Dublin
ver depoimento“Sou de Fortaleza e estou morando em Dublin à 6 meses. Já nos últimos dias de aula e praticamente no ultimo mês de estada, posso dizer muitas coisas, e uma delas é que com certeza essa é a experiência que levarei para a toda a minha vida.
Porque intercâmbio transforma meninos em homens. Realmente não é fácil calcular suas contas em centavos, cuidar da alimentação, saúde e saudade. E, definitivamente, fica ainda mais complicado quando você precisa amadurecer para pacificamente discutir a criação de novas regras para melhorar o convívio entre os flatmates e constantemente aprender a ter mais paciência e respeitar as diferenças culturais. Mas isso, em minha opinião, é a chave do intercâmbio, que é o intercâmbio cultural a cima de tudo, já que aprender outra língua é complicado e varia com a facilidade e com o esforço de cada um.
No meu caso, me apeguei a cara-de-pau. Sem vergonha de pedir ajuda e de errar, fui com o meu “nós vai, nós fomo” do inglês na certeza que com o tempo e exercício ele ia melhorar e melhorou. Voltarei ao Brasil muito feliz e satisfeito com o meu progresso.
Pois bem, feliz-triste por estar já no final do meu intercambio, eu gostaria de agradecer a Egali pelo apoio e suporte que foram fundamentais antes e durante essa experiência.
Obrigado. Obrigado por tudo.”
André Zimmer
Gustavo Mangarim – Curso Trabalho – Dublin
ver depoimento“Gostaria de agradecer a todo o Apoio, e estrutura que tive desde que cheguei a Dublin, Irlanda. Sempre fui bem tratado, bem acomodado e sempre com pontualidade, visando a atender as minhas dúvidas e necessidade do dia-a-dia. Gostaria de Salientar, e citar uma pessoa em Especial, O Wagner Klumb, que é uma pessoa sensacional, um excelente profissional, sempre criando e fazendo atividades para melhor adaptar os alunos... Além de muitas vezes aturar cada mala que fica nesses apartamentos de vocês, da Egali House, mas enfim gostaria de agradecer a todos vocês, claro não deixando citar a Vanessa Fiuza e o Erick de Caxias do Sul que são pessoas maravilhosas também...
Atenciosamente Gustavo.
Agradeço a vocês por tornar meu sonho Realidade.
Abraços e Beijos.”
Gustavo Mangarim
Cristian Rech – Curso Trabalho – Dublin
ver depoimento“O meu intercâmbio foi uma oportunidade única de aprendizado e crescimento pessoal e profissional. Nada é melhor do que você aprender "na marra" a viver longe de todo o suporte imediato que possuía no Brasil. A saudade bate, mas tudo está valendo muito a pena. A escolha pela agência foi certa e tive essa impressão desde meu primeiro atendimento até o fim.”
Cristian Rech
Vitor Possamai –FREE
ver depoimentoO programa é uma excelente oportunidade de crescer pessoalmente, conhecer pessoas dos quatro cantos do mundo, fazer amizades inusitadas, conhecer costumes, comidas e maneiras que até então você somente havia visto na televisão ou ouvido falar. Cada dia você aprende algo, conhece alguém interessante, faz alguma coisa diferente e tudo isso por si próprio. Você faz seu destino e caminho!
Algumas vezes passa por dificuldades, tendo que se virar e sempre pensando no próximo passo, pois você não tem a família próxima para ajudar. Além disso, você dá uma polida no English e volta com uma boa grana, isto é, dependendo de quão longa será sua viajem de férias no final do programa.
Essa é uma das melhores partes do programa, quando você cumpre seu contrato e começa a viajar, conhecendo o fascínio das cidades americanas, praias, museus e da cultura americana, que varia muitíssimo de região para região.
O suporte da Egali e magnífico, isso eu posso dizer com segurança, pois já trabalhei com outras empresas do meio e sem dúvida como a Egali não tem comparação. O pessoal está sempre à disposição e pronto para esclarecer suas dúvidas mais simples. Além disso, a Egali tem uma Base nos EUA durante o período de intercâmbio com pessoas competentíssimas que estão sempre a sua disposição para tudo, e para todos, sempre que tiver em apuros.
Recomendo o FREE e a Egali para todos que queiram conhecer um país incrível que é os EUA! E para todos que desejam conhecer a si próprio, conhecer a incrível oportunidade de conviver com o povo americano, pessoas diferentes e divertidas. Não somente pessoas americanas, mas de vários lugares do mundo, porque este é o espírito FREE: liberdade, conhecimento, responsabilidade e muita diversão!
O único ponto negativo do FREE é à volta para casa, que é quando você não vê à hora de chegar o próximo final de ano para poder fazer o próximo intercâmbio. Vai por mim, o FREE é viciante...
Grande abraço a todos!
Vitor Possamai
Érick Luchtemberg – FREE – Los Angeles
ver depoimento Passei quatro meses nos Estados Unidos vivendo o Californian Dream! Eu morava na praia de Santa Monica, LosAngeles, ou simplesmente ‘LA’. Meu trabalho era no Coffee Bean do Pacific Park, um parque de diversões localizado em um Pier, muito famoso por aparecer em diversos filmes.
Meu trabalho era super legal, na maior parte do tempo eu era caixa, mas também aprendi a fazer vários drinks.
Uma das melhores partes do meu trabalho era a vista, eu trabalhava praticamente em cima do mar e pela janela ficava observando a beleza das calorosas praias californianas. Eu trabalhava com uma galera muito legal, que continuei mantendo contato, me tornei grande amigo dos gerentes e supervisores, que no fim acabaram por virar meus “chacrinhas” e não chefes.
Morei num motel, com brasileiros de vários estados diferentes, que ficava a beira mar de Santa Monica, a meia quadra do píer e a duas da famosa 3rd StreetPromenade. Comprei uma bicicleta e fiquei conhecendo várias praias que ficavam próximas da onde eu morava, como: Manhattan, Redondo e HermosaBeach. Em LosAngeles fiquei conhecendo BeverlyHills, Venice, Malibu, Downtowne alguns lugares conhecidos como a universidade UCLA. Assisti um jogo da NBA no StaplesCenter, visitei o estádio de baseball do LA Dodgers, fiz festas em Hollywood, lutei o Pan de jiujitsuno Carson Gymnasiume vi os segredos do cinema na Universal Studios.
Viagens um pouco mais longas foram para Disneyland em Anaheim, onde também fui ao estádio do Ducks Hockey Clube Anaheim Angels de baseball. SixFlags em Santa Clarita e praias como Long Beach, Newport Beache Laguna Beach, as duas ultimas famosas pelo seriado ‘THE O.C.’ também estão na lista. E as minhas grandes viagens foram pra San Diego, onde fui ao Sea World, e o Zoo, curti o maior Carnaval da Califa, chamado de Mardi Gras e quase não voltei do México. Em Las Vegas aproveitei bastante com meus amigos, curti todos os Cassinos e aproveitei para ir ao Grand Canyon. San Francisco foi a maior viagem, onde turistei bastante e conheci todos os pontos turísticos, como a Golden Gate e o Alcatraz, famosos por aparecer em diversos filmes. O ‘grand finalle’ foi em Santa Barbara, uma cidadezinha universitária muito bonita e aconchegante entre a beira mar e as montanhas.
Aproveitei bastante minhas férias da faculdade, conheci muitos lugares novos, fiz várias amizades que levarei pra vida inteira, conheci a cultura da Califórnia, ganhei uma graninha e de quebra melhorei o meu inglês.
Indico para qualquer pessoa que deseja muita diversão ao mesmo tempo em que cresce aceleradamente como pessoa. Agradeço a equipe Egali que mesmo a milhas de distância mantinham a atenção e retornavam meus contatos com rapidez. Gostei tanto do apoio que recebi que hoje faço parte do time.
Agora só falta decidir qual é o meu próximo destino!
Érick Luchtemberg
Asafe Cortina – FREE – Wisconsin
ver depoimentoO FREE foi certamente uma das melhores fases da minha vida; a mais emocionante entre todas, com certeza. A aventura de arrumar as malas e ir sozinho para um novo país é uma das experiências mais incríveis que alguém pode ter!
O Programa é extremamente organizado, desde o começo. A Egali apóia desde a tomada de decisão (quando ainda estamos pensando em viajar) até o final da viagem. Um grande apoio também na hora do visto, uma das partes mais emocionantes do processo! (Que, por sinal teve 100% de aprovação pra galera do FREE 2009/2010)
E emoção começa mesmo quando assinamos os papéis e decidimos: “é isso que eu quero, Estados Unidos, aí vou eu!” São os meses mais empolgantes que qualquer um pode esperar. A ansiedade desde a hora do visto e a entrevista no consulado, a espera por um Job Offer, assinar um contrato com uma empresa, tudo é incrível.
Depois do visto, o que esperar? O coração na mão é inevitável, contar os dias pra viajar é uma sensação indescritível, mas o mais legal mesmo é quando você está no avião e pensa: “pronto, estou indo para os Estados Unidos pra uma aventura gigante”. Você sabe que vai ter um empregador te esperando e que tem emprego garantido, mas todas as questões de moradia, de se virar sozinho pra se alimentar e se transportar, tudo isso trás um sentimento tão intenso que não tem como explicar, só vivendo.
É incrível quando a gente pisa em solo americano e pensa: “Eu cheguei! O que será que me espera?”.
Eu fui pra um lugar chamado Lake Delton, em Wisconsin, pra trabalhar em uma rede de restaurantes chamado Culver’s. Desde a chegada foi uma aventura, toda a correria pra chegar no destino final, escalas de vôos e outros tipos de transporte. Lembro que cheguei no dia 24 de Dezembro em Lake Delton, depois de MUITA neve no caminho, já cheguei pra curtir o Christmas Eve com a galera que encontrei por lá.
É muito emocionante chegar no trabalho pela primeira vez e conhecer a cultura americana. No início a gente se sente meio fora do local, mas é isso que torna tudo mais divertido. Depois de um tempo nos acostumamos de uma maneira tão forte que parece que sempre fizemos parte daquele lugar. Algumas vezes o trabalho é puxado, mas só o fato de você pensar: “Estou trabalhando nos Estados Unidos”, já dá um ânimo muito grande pra trabalhar.
Um dos fatores mais interessantes é que lá você conhece muita gente e faz muitos amigos. Quem gosta de festa vai se dar bem, festa praticamente todos os dias, e com pessoas de todos os lugares do mundo.
A rotina de vida é muito diferente, tanto a alimentação quando os relacionamentos entre as pessoas. A gente nota muito a diferença. Uma das coisas que mais nota a diferença é na hora das compras (viva os Outlets!).
É muito legal a questão do “incerto”, porque cada dia você pode viver uma aventura diferente, conhecer um lugar diferente.
O engraçado também são os micos que a gente paga em inglês. Claro! Mesmo quem tem o inglês avançado uma hora ou outra vai entender algo errado e pagar um mico. Uma vez minha chefe me deu uma instrução e eu disse:
“Yes”, mas não fiz nada. Aí ela riu e me perguntou: “Você não entendeu, né?”. São momentos muito engraçados. Uma das vantagens é que, pra quem quer e se puxar pra isso, o inglês melhora 100%.
Depois dos meses de trabalho o melhor é o Grace Period! Mochila nas costas e se aventurar pelos Estados Unidos. Confesso que quase chorei de emoção quando andei na Times Square em New York pela primeira vez. Sem falar em patinar no Rockefeller Center, no Central Park, das noites de Manhattan e de ver a Estátua da Liberdade de perto. E não só New York. Estive em outros lugares dos Estados Unidos que sempre vi em filmes e achei incrível, como Chicago, Madison, Orlando, Miami, Detroit, Minneapolis. Foi o mês mais alucinante da minha vida.
Enfim, quem quer emoção, o FREE é o programa certo. Além de dar uma oportunidade incrível de mergulhar na cultura americana, ainda permite conhecer os Estados Unidos. Óbvio que dificuldades surgem no meio do caminho, mas isso faz ficar mais interessante. Minha dica pra quem vai é: curtam cada dia, viagem bastante, conheçam pessoas novas e façam muitos amigos. O tempo passa rápido e quando voltarem ao Brasil vão sentir MUITA saudade. Certamente eu faria de novo o programa e se me pedem conselho sobre ir eu digo: “Nem pense duas vezes!”
Boa sorte, galera! Aproveitem!
Asafe Cortina
Larissa Barazzetti – Free – Califórnia
ver depoimentoPassei os melhores e mais inigualáveis três meses da minha vida situada na praia de Santa Mônica, na Califórnia. Trabalhei no famoso Píer de Santa Monica, em um parque de diversão chamado Pacific Park, de frente para o mar e com o pôr-do-sol mais incrível que eu já vi na minha vida. Foi mais ou menos como estar dentro de um filme, com direito a visitas a universidade, amizades feitas por lá e festinhas universitárias nas fraternidades (como a maioria de nós era menor de 21 anos, essas festas eram as que a gente conseguia entrar sem preocupação). Além de passeios por Beverly Hills e Malibu, onde nossa imaginação fluía, pensando se alguma daquelas mansões pertencia a algum famoso. Hollywood era logo ao lado, onde pudemos dar uma conferida, mesmo que de longe, até no Oscar.
"Olho para a minha direita e vejo o letreiro de Hollywood, tudo isso é tão louco, todos parecem tão famosos".
Quando a maioria das pessoas pensa em fazer o intercâmbio, espera aprimorar seu inglês, conhecer alguns lugares novos e fazer compras. Isso tudo de fato acontece, mas muito mais, vejo meu intercâmbio como uma forma de superação de tudo aquilo que eu já fiz na vida. São três meses de crescimento intensivo, fazendo coisas novas que você jamais faria (ou precisaria fazer) na sua rotina normal brasileira. Desde seu trabalho, as amizades que fará lá e que por três meses serão sua família, onde você fará de todo o possível e o impossível para ajudá-los. Até o fato de deixar de comprar um vestido para pagar o aluguel, e ver que aquele inglês pouco praticado de cursinho, ou que você aprendeu escutando música, fluem que é uma beleza, mesmo com o super sotaque.
Cada pequeno momento vivido durante esses três meses serão lembrados com muito carinho na sua volta, pois tu vais saber que esses momentos sim, não voltam. É claro que nem tudo é perfeito, tem a saudade, as dificuldades por se sustentar sozinho, mas eu costumo dizer que meu intercâmbio foi perfeito pelas imperfeições, e se tivesse saído tudo perfeito, não teria sido tão bom quanto foi. Foi tudo uma grande aprendizagem e eu faria tudo de novo se pudesse!
Quero aproveitar e agradecer a equipe da Egali, que me ajudou muito e me proporcionaram esse intercâmbio maravilhoso e me acompanharam do inicio ao FIM. Valeu pessoal!
Larissa Barazzetti
Juliana Farias – FREE – Maui – Hawaii
ver depoimento“O que eu vou fazer nas férias de 2009?”, pensava eu em outubro. Em uma quinta-feira fui na Egali de Pelotas – a agência era bem novinha, tinha uma semana só – e no outro dia comprei o programa FREE de trabalho nos Estados Unidos. A vaga no Hawaii era uma tentação. Dois dias depois fiz a entrevista por telefone e fui aceita =) O pessoal da Egali foi o máximo. Confesso que fui bem relapsa e entreguei a documentação necessária para a viagem no último prazo. Acabei conhecendo minha companheira de viagem em São Paulo – outra gaúcha viajando pela Egali de Santa Maria. Chegamos juntas em Maui no Hawaii eestamos aproveitando bastante desde então. Ficamos procurando um carro para comprar desde que chegamos aqui, até que encontramos um e foi amor a primeira vista. “CARANGO”, é o nome dele. Um Toyota Corola 89 automático que não tem chave. Ou melhor, tem chave... uma escovinha de dente verde (ou árvore, uma pedra, etc.). É claro, sem chave, nenhuma das quatro portas podem ser trancadas. Mas ele é o máximo! É sempre uma aventura andar com o Carango, porque nunca tenho a certeza de que ele vai funcionar. Já me deixou em alguns apertos, mas nada que umas giradas no cabo da bateria e um pouco de paciência não resolvessem. Já fiz várias coisas por aqui: nadei com a baleia Humpback (tradicional de Maui), com tartaruga, vi o sol nascer no topo do vulcão Haleakala, surfei, fiz snorkel... ixi, a lista é longa. O melhor de tudo foi pular de para-quédas em North Shore, em Oaho. Foram 14 mil pés de altura e pude ver todo o litoral de North Shore e as ondas gigantes de Pipeline. Obviamente. é difícil ficar longe da minha família que tanto me ajuda, do namorado (beijo amor!) e dos amigos, porém, foi através de uma experiência como esta que pude quebrar as barreiras culturais, ter férias memoráveis e ainda praticar uma língua estrangeira. Tudo isso graças ao programa FREE da Egali!! Recomendo para qualquer universitário que esteja pronto para uma aventura diferente no verão! =) It’s a lifetime experience!!! Mahalo e Aloha! Juliana Farias
Marcio Catapan – Study and Travel - Londres
ver depoimentoNeste ano, entre os meses de janeiro e fevereiro, passei quatro semanas cursando inglês na Escola Malvern House em Londres. Na viagem uma curta escala em Paris, onde fiquei três dias. Provavelmente o melhor investimento que já fiz. Extasiando meus seis sentidos.
Logo que cheguei à Paris pensei na brincadeira...”meu Deus nasci no lugar errado!” Visto o vislumbre imediato com a cidade. Três meses ainda seriam pouco para apreciar toda aquela energia, cultura e beleza. Meus olhos arregalados, pasmos diante de tão belas paisagens arquitetônicas. Lá visitei: Museu do Louvre, Arco do Triunfo, Torre Eiffel, Catedral de Notre Dame, dentre outros. Poucos lugares, mas inesquecíveis.
Já em Londres, onde fiquei o restante desse período, pude aproveitar mais a cidade e suas infinitas atrações. Com certeza, guardei aquela impressão que poderia ter visitado mais lugares, mas desde o início estava ciente que sentiria isso. Mas pude sim, conhecer atrações incríveis como: London Eye, Big Ben e Houses of Parliament(onde assisti uma sessão na Câmara dos Comuns), Shakespeare Globe Theatre, London Bridge, Notting Hill, Piccaddilly Circus, British Museum, National Gallery, Pubs, National Portrait Gallery, Abbey Road Studio e a Abbey Road Street, Camden Town, Pubs, Buckingham Palace, onde vi a troca da guarda, Royal Observatory em Greenwich, Tate Modern e mais Pubs, inclusive um inaugurado em 1546. Meu parceiro de pint?(caneco de cerveja de lá) Gordon, um alemão de Munique colega de curso. No começo um sufoco pra se comunicar em inglês, mas depois até me esquecia da língua e me sentia como se com um amigo brazuca. Aprendi a brindar em alemão “Prost!”.
Londres, conforme dizem por lá, é a cidade mais cosmopolita do mundo, à frente de Nova York. De fato, uma cidade multi-cultural e multi-racial. Facilmente encontrava iranianos, africanos, carinhas de olho puxado, latinos, etc. Nos metrôs diariamente ouvia conversas em cinco diferentes línguas. Uma experiência extasiante, pra quebrar paradigmas. Ano que vem irei voltar, mas planejarei melhor os passeios dos finais de semana...
Antes de retornar ao Terceiro Mundo fui conhecer uma praia do sul da Inglaterra, Bournemouth, onde vive o Leandro primo de um colega de trabalho, que me apresentou as inacreditáveis atrações do lugar, até a Madonna tem casa lá! inclusive me levando à incrível Stonehenge e também à Old Harry Rocks, por falta de tempo acabei não conhecendo a cidade onde fica a távola redonda de Rei Arthur. Como Leandro disse: muitas das histórias que vimos em filmes são inspiradas lá, e muitas são reais.
Enfim uma tour regada a paisagens cinematográficas, lindíssimas mulheres, vida tranquila(segurança) e culturalíssima. Uma oportunidade maravilhosa que tive e que planejarei reviver...
Marcio Catapan
Gabriela Barbosa de Lima – FREE – Santa Monica
ver depoimentoSabe aquela frase "Se você acha que a infância é a melhor época da vida é porque você ainda não fez intercâmbio"? Só hoje eu sei o quanto isso é verdade.
O intercâmbio foi de uma importância fundamental na minha vida, foi uma experiência única. Eu fui para a Califórnia, trabalhava em um parque de diversões no Pier de Santa Monica, e posso dizer que foi uma experiência de desenvolvimento intenso em que pude viver a diversidade de perto. Foi no intercâmbio que conheci pessoas maravilhosas, exercitei meu inglês, e é claro, conheci os lugares mais extraordinários do mundo, Hollywood, Beverly Hills, Malibu, Venice Beach, San Diego, Los Angeles e Las Vegas. Todos esses momentos foram fantásticos e sempre que eu vejo as fotos me dá uma saudade imensa.
Sem dúvida, o intercâmbio é como um vício, depois que você vai você não para mais! Vale-se destacar o diferencial que é o intercâmbio hoje em dia, quem faz, se desenvolve pessoalmente e profissionalmente. Realmente, recomendo para todo mundo, se você tem oportunidade de fazer um intercâmbio, tá esperando o quê?
Obrigada EGALI, por ter me apoiado desde o início e estado presente em todos os momentos, vocês foram fundamentais para que uma das experiências mais marcantes da minha vida acontecessem!
Um beijão!
Gabriela Lima
Vanessa Petersen Lopes – Curso de Línguas – LA – Language System
ver depoimentoOlá meninas, tudo bem??
Aqui está tudo bem, confesso que quando cheguei me assustei um pouco com o bairro, mas logo me acostumei e tudo ficou ótimo.
Tudo é fácil aqui, o ônibus para escola leva 15 minutos, é rápido e pego quase na esquina de casa!
Queria agradecer vocês por todas as dicas, estão sendo muito importantes para mim.
Consigo me comunicar bem e em 20 dias já consegui subir de nível aqui na escola!
Eu sou meio a mãe das minhas roommaters...uma é da Coréia e a outra do Japão.....
Queria ressaltar que quando voltar ao Brasil, irei indicar a Egali para todos os meus amigos, com certeza a assistência de vocês é um diferencial muito grande. Estão todos de parabéns!
Conheci alguns gaúchos aqui q vieram pela Egali e Paulistas também!!!!
Obrigada mesmo por tudo,
Grande beijo,
Vanessa Petersen.



Canais interativos